Professores do curso de Educação Física da FHO|Uniararas embarcam para competições paralímpicas internacionais
Professores do curso de Educação Física da FHO|Uniararas embarcam para competições paralímpicas internacionais
Terça-Feira - 24 de junho de 2014

O professor do curso de Educação Física da FHO|Uniararas, Fernando Catanho, embarcou segunda-feira (16) para a Alemanha. Ele acompanhou a Seleção Brasileira Paralímpica de atletismo no Berlin Open - 2014 IPC Athletics Grand Prix, promovido pelo Comitê Paralímpico Internacional, que aconteceu de 20 a 22 de junho no país. Essa é a penúltima fase do Grand Prix, que já foi realizado em Dubai (EAU), São Paulo, Nottwil (SUI) e Grosseto (ITA). O encerramento do GP acontece em agosto, na Inglaterra.

A presença de Fernando no Mundial é parte de um projeto, iniciado em janeiro desse ano. "Começamos o trabalho de análise de dados gerados na Seleção Brasileira de Atletismo. São muitos dados levantados com avaliações que acontecem, principalmente, nas semanas de treinamento. A minha função e do meu colega de trabalho é organizar esses dados e fazer uma interlocução entre a avaliação e o papel do técnico, que está diretamente relacionado ao atleta", explica o professor.

A seleção completa é composta de 45 atletas adultos - cegos, cadeirantes ou com paralisia cerebral -, mas nem todos foram para Berlim. Os escalados competiram em 16 provas. "Em abril, quando uma das etapas do GP foi realizada em São Paulo, tive a oportunidade de acompanhar os atletas por três dias. Eram 13 seleções competindo e a equipe brasileira ficou em primeiro lugar. Hoje a seleção brasileira está entre as cinco potências do mundo em termos de atletismo, e nossa expetativa e intenção é se manter assim até as próximas olimpíadas", diz Fernando.

Campeonato Mundial de Goalball

Na quinta-feira, dia 19, o professor Alessandro Tosim, também do curso de Educação Física da FHO|Uniararas, embarcou para Espoo, na Finlândia, onde acompanha a seleção brasileira no Campeonato Mundial de Goalball da IBSA, que acontece de 26 de junho a 06 de julho.

A Competição terá a participação de 16 equipes internacionais, consideradas a elite do esporte, e as seleções foram divididas em dois grupos. O time masculino do Brasil compõe o grupo B, ao lado de Bélgica, Canadá, China, Egito, Japão, Lituânia e Turquia. Antes de chegar a Espoo os atletas passarão por uma semana de aclimatação e a estreia da equipe na competição será dia 30 de junho, quando o time enfrenta a Bélgica e a China.

Técnico da equipe desde 2009, Alessandro afirma que a expectativa de pódio para o Mundial é grande. "Não existe jogo fácil. Temos que entrar entre os quatro para passar na próxima fase, então acho que nesse quesito deve ser um pouco mais tranquilo. A probabilidade de entrarmos entre os quatro é alta. E depois, ou ganhamos ou ganhamos. Mas a nossa meta e a forma como a equipe está hoje faz com que tenhamos chance de estarmos entre as três maiores potências do mundo", comenta.

Em 2012, nos Jogos Paralímpicos de Londres, a seleção masculina conquistou medalha de prata, perdendo para a Finlândia durante a final. "Essa é a segunda competição mais importante do mundo para nós. A primeira é a Paralimpíada, onde conseguimos classificação, e a segunda é este Mundial. Nossa meta agora, depois de todo trabalho multidisciplinar que está sendo realizado com os atletas, é brigar pela classificação neste Campeonato". Confira a composição da equipe brasileira:

Equipe de Goalball Masculino
Alex de Melo Sousa (CEIBC/RJ)
Alexsander Almeida Maciel Celente (CESEC/SP)
José Roberto Ferreira de Oliveira (ICP/PB)
Leandro Moreno da Silva (CESEC/SP)
Leomon Moreno da Silva (APACE/PB)
Romário Diego Marques (APACE/PB)

Comissão Técnica
Alessandro Tosim - Técnico
Diego Gonçalves Colletes - Auxiliar Técnico
Rafael Loschi da Silva - Fisioterapeuta

Goalball é jogado em quase 100 países de todo o mundo

De acordo com o Comitê Paralímpico Brasileiro, o Goalball foi criado em 1946 pelo austríaco Hanz Lorezen e o alemão Sepp Reindle, com o objetivo de reabilitar veteranos da Segunda Guerra Mundial que perderam a visão. A modalidade viria a ser implementada no Brasil somente em 1985.

Ao contrário de outras modalidades paralímpicas, o Goalball foi desenvolvido exclusivamente para pessoas com deficiência visual. A quadra tem as mesmas dimensões da de vôlei, onde jogam três conta três jogadores, em partidas de 20 minutos. A bola também é diferente e possui um guizo em seu interior que emite sons para que os jogadores saibam sua direção.

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